Pare TKCSA!

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tkcsa2Treliça é, segundo o dicionário Priberam, uma “rede metálica para resguardo” ou sistema de vigas entrelaçadas usado para a construção de pontes. E não haveria palavra melhor para dar nome ao filme sobre o caso da implementação da siderúrgica TKCSA em Santa Cruz, Rio de Janeiro. O documentário foi exibido nessa quarta-feira (13), em mais uma edição do cineclube do Espaço Plínio de Arruda Sampaio, e conta brevemente os últimos 10 anos de resistência dos moradores do bairro.

Desde o início da operação da TKCSA, em 2010, a população do entorno convive com uma chuva de prata que tem trazido danos à saúde. Ainda assim, a empresa seguiu funcionando sem licenciamento ambiental e com seguidas isenções fiscais, graças a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Para apoiar a luta dos moradores, diversas organizações mantém viva a campanha #PareTKCSA, que tem trabalhado para divulgar e barrar os crimes cometidos pela siderúrgica, através de meios legais.

Essa semana, Renato Cinco aproveitou a oportunidade em plenário para denunciar a situação e divulgar a campanha. Cinco comentou a decisão que concedeu à Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) um terceiro aditivo ao TAC e uma autorização ambiental de funcionamento (AAF). Aproveitou para esclarecer que a Autorização Ambiental é um instrumento de caráter precário, que não resguarda o meio ambiente e a população atingida dos riscos e danos de megaempreendimentos como a TKCSA.

Veja discurso completo:

Para mais obter mais informações sobre a campanha e assistir o filme “Treliça”, visite o site http://paretkcsa.org/.

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