Educação em luta

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No dia 18 de abril, os/as profissionais de educação da Rede Municipal paralisaram as escolas e organizaram um ato público em frente à sede administrativa da Prefeitura do Rio de Janeiro. Na manifestação, foi apresentado o resultado parcial do plebiscito em que milhares de pessoas expressaram seu descontentamento com a política meritocrática e privatizante da Secretária Cláudia Costin.Image

Além disso, o protesto serviu como espaço de denúncia da situação do CIEP Luiz Carlos Prestes – ameaçado de ser transformado em escola de turno único, com término às 14h, deixando os/as responsáveis sem saber em que local deixar seus filhos após esse horário – e das escolas municipais da Maré, atingidas pela violência da polícia e do tráfico.

Foi lastimável a atitude da Secretária de Educação, que não aceitou receber uma comissão de manifestantes, agindo com truculência e de maneira antidemocrática, ao ordenar o fechamento dos portões da Prefeitura.

Depois do ato, ocorreu uma assembleia da categoria, que decidiu pela continuidade da luta, agendando uma nova paralisação, acompanhada por ato, no dia 22 de maio.

Nosso mandato participou ativamente dessas atividades e está acompanhando a luta da categoria. Apresentou, inclusive, uma moção de apoio ao SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), repudiando a liminar, concedida ao governo do Estado, que ameaça multar o sindicato pela greve de advertência de 72 horas organizada pelos/as educadores/as da rede estadual nos dias 16, 17 e 18 de abril.

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