Abertura das Olimpíadas

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O jornalista Leonardo Sakamoto publicou, nesse final de semana, o artigo “Por que criticar a abertura das Olimpíadas me torna um pária neste sábado?”. Nele, resume o sentimento de muitos sobre a cerimônia de abertura dos Jogos. Vale a leitura! [http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/08/06/por-que-criticar-a-abertura-das-olimpiadas-me-torna-um-paria-neste-sabado/]

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Jogos olímpicos e a “imobilidade” urbana

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As tarifas são altas e as condições das frotas ruins, não cumprindo com o compromisso de ar condicionado.

A “irracionalização” de Paes se iniciou na Zona Oeste, com os BRT’s prometendo mais rapidez e conforto. Entretanto, todos os dias vivenciamos mais tempo gasto para o mesmo percurso e mais desconforto, com veículos lotados e mais baldeações. Os BRT’s mudaram o ritmo do trânsito em vários bairros, acarretando acidentes e novos atropelamentos.

No Centro, onde passam diariamente trabalhadores de toda a região metropolitana, muitos ônibus deixaram de circular até onde chegavam, obrigando as pessoas a andarem longos trechos ou a usar o VLT, que deveria ser gratuito, e não uma fábrica de multas caríssimas para quem não conseguir pagar a passagem. A população também é forçada a ter cartões pré-pagos, que só servem para antecipar o faturamento dos empresários.

O transporte também ficou mais caro, por que muitos itinerários dependem de mais baldeações e do pagamento de outra passagem.

Aliás, os ônibus, metrôs, barcas, trens e o bilhete único estadual ficaram mais caros. Todos eles estão cada vez mais lotados e apresentam cada dia mais problemas. Agora nossos engarrafamentos duram o dia inteiro, em todas as áreas da cidade.

Outra promessa de melhoria foram as obras das Trans. A TransBrasil construiu um BRT sobre a já saturada Avenida Brasil, provocando transtornos até depois das 22h, dobrando, em média, o tempo de travessia. A TransOlímpica também provocou, na região de Jacarepaguá, o aumento dos engarrafamentos. Com o afundamento do Viaduto em Curicica, percebemos que a qualidade da obra também está comprometida.

Muitas promessas. Mas, no dia a dia, o legado olímpico foi a piora dos transportes e da mobilidade!

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Eu financio Marcelo Freixo

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A campanha de financiamento coletivo para a chapa majoritária do PSOL nessas eleições municipais começou com sucesso, mostrando que, se a cidade fosse nossa, ela seria construída por muitas mãos.

A plataforma “Eu financio Freixo” foi lançada no dia 4 de agosto e, em cerca de uma semana no ar, já mobilizou mais de 1.440 doadores, todos pessoas físicas. O total arrecadado já soma mais de R$ 115 mil. Assim, a dupla Marcelo Freixo e Luciana Boiteux compõem a chapa com o maior número de doadores na história do país!

Estamos a caminho de atingirmos nossa primeira meta, que é de R$ 150 mil reais. Você também acredita que a construção da cidade é feita coletivamente e pelas pessoas?
Contribua: eufinancio.marcelofreixo.com.br

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Censura olímpica

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 As cenas dos últimos dias, nas quais homens da Força Nacional de Segurança impediram manifestações contra o presidente interino Michel Temer, chamaram a atenção para as restrições às liberdades democráticas vividas neste período olímpico.

Espectadores dos jogos tiveram cartazes confiscados e alguns foram retirados pela força das arquibancadas. A liberdade de expressão foi ferida e Constituição Federal violada.

O vereador Renato Cinco (PSOL) usou a tribuna da Câmara Municipal para denunciar tais abusos:

Cinco lembrou ainda que os Jogos Olímpicos estão servindo aos interesses das grandes empreiteiras e da especulação imobiliária.

“Eu gosto das Olimpíadas, mas eu lamento que elas tenham sido sequestradas pela especulação imobiliárias, as empreiteiras e os políticos financiados por estas. O ouro olímpico foi para eles. Para o povo do Rio de Janeiro sobraram as dívidas. São mais de 10 bilhões de reais emprestados pela prefeitura para a organização desses jogos olímpicos”, disse.

 

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Polícia “visita” sede do PCB durante debate

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13923632_1084863574926711_5449869409996367511_oNa quinta-feira (28), a sede nacional do Partido Comunista Brasileiro (PCB) recebeu uma “visita” intimidatória da Polícia Militar.

Por ocasião de um debate sobre desmilitarização da segurança pública, que foi realizado na sede do partido, a PM-RJ foi em “busca de informações sobre o evento”. Também foi informado por um dos policiais que aquele não era o único evento que estava sendo monitorado.

Nós, do mandato do vereador Renato Cinco – PSOL, nos solidarizamos com o PCB, contra a tentativa de intimidação e perseguição aos companheiros de luta, da esquerda combativa.

Esse clima repressivo tem se agudizado em função da lei antiterror, aprovada ainda no governo de Dilma Roussef e, mais ainda, por ocasião das Olimpíadas, onde o governo golpista de Temer já tem dado claras mostras de enrijecer os ataques aos movimentos sociais.

Aproveitamos o ensejo para reafirmar que absurdos como esses só confirmam a necessidade, mais do que urgente, da unidade da esquerda socialista para resistir aos ataques e perseguições.

Em sua página no facebook, Heitor Cesar, pré-candidato a vereador pelo PCB e pela Frente de Esquerda no Rio, declarou:

“Tempos sombrios!

Estamos organizando agora um debate democrático sobre desmilitarização da segurança pública,na sede nacional do PCB, e fomos surpreendidos com a “ilustre” visita da Polícia Militar em busca de informações sobre o evento. O sargento justificou que cumpria ordens do comando do batalhão da área e que esse não era o único evento monitorado.

Este é apenas um exemplo do dito Estado Democrático que vivemos. Lutar não é crime!”

 

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Rio 2016, os jogos da exclusão: programa ao vivo Na Roda com Cinco

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Na Roda # 2Não é novidade para quase ninguém que os Jogos Olímpicos Rio 2016 trouxeram mais transtornos do que benefícios para a população. Muitos dos projetos prometidos como legado nem chegaram a sair do papel. Outros saíram bem diferentes do que foi propagandeado: com diversas suspeitas de corrupção, obras de péssima qualidade, problemas de mobilidade urbana iguais ou maiores do que já tínhamos e remoções de comunidades inteiras.

É fundamental denunciar as diversas irregularidades e violações de direitos realizadas em nome dos Jogos. Por tudo isso, a segunda edição do “Na roda com Cinco” terá como tema “Rio 2016: jogos da exclusão”. A atividade será realizada no domingo (06), às 20h. A transmissão será realizada pelo facebook.

Aproveite um bom papo sem nem precisar sair de casa!

Confirme presença no evento do facebook.

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Maconha medicinal reduz prescrição de remédios industrializados

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Um estudo realizado pela Universidade da Geórgia, nos EUA, analisando dados de prescrição de medicamentos industrializados, identificou uma taxa menor de utilização destas drogas nos estados norte-americanos onde a utilização de maconha para fins medicinais é permitida.

De acordo com o trabalho, esse consumo reduzido de medicamentos levou a uma economia de US$ 165,2 milhões para os cofres públicos em 2013. “Os resultados sugerem que as pessoas estão realmente usando a maconha como medicamento, não apenas para recreação”, diz a pesquisadora Ashley Bradford, professora da Universidade da Geórgia.

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Cinco recusa convite para a cerimônia de abertura da Olimpíada

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Todos os vereadores do Rio receberam convites do Comitê Olímpico para a abertura ou o encerramento dos Jogos Olímpicos. Renato Cinco dispensou a “benesse”, pois foi contrário à candidatura da cidade e, especialmente, à forma como a sua preparação foi conduzida.

Para Cinco, os Jogos foram submetidos inteiramente aos interesses do grande capital, favorecendo a especulação imobiliária, as empreiteiras e outros financiadores das campanhas eleitorais dos atuais governantes. “Jogos da Exclusão, eu não vou! Nesta Olimpíada, não vou participar da ‘festa’. Estarei nas ruas apoiando as lutas dos movimentos sociais”, afirmou.

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Homenagem a Rodrigo Mac Niven

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Retratar realidades. Esta é a especialidade do diretor e roteirista Rodrigo Mac Niven. Autor de produções como “Cortina de Fumaça”, que aborda a política de drogas no país, e “O Estopim”, sobre o assassinato do pedreiro Amarildo, Rodrigo mete o dedo na ferida. Seu novo filme, “Olympia”, faz uma abordagem qualificada e inovadora sobre a corrupção no Brasil e no mundo.

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