Festa da Campanha de Tarcísio para Reitor do CPII

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A campanha de Tarcísio para Reitor tem movimentado a comunidade escolar do Colégio Pedro II em torno de um projeto mais participativo, mais democrático e comprometido com a mudança que queremos ver em nossa sociedade. Por isso, vamos juntar nossa confiança, nosso entusiasmo e, sobretudo, nossa alegria para festejar?

Os DJs Luisa Holliwood e Tuco Ramires estarão comandando o som, neste sábado, a partir das 21h, no Centro de Artes Maria Teresa Vieira – R. da Carioca, 85 – Centro. Convites à venda nos campi escolares. Veja no Facebook. [http://www.facebook.com/events/542430429134278/?fref=ts ]

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Mais uma vez a secretária municipal de Educação não recebe o SEPE

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Já são 4 anos e meio à frente da Secretaria Municipal de Educação, mas apesar do tempo, a economista Claudia Costin  nunca recebeu o Sindicado dos Profissionais de Educação (SEPE).

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No último 22 de maio, durante o Ato Público do SEPE, finalmente a secretária municipal de educação do Rio, a economista Cláudia Costin se comprometeu a receber e a negociar com o sindicato que representa os profissionais de educação. A reunião foi agendada graças à intermediação dos vereadores Renato Cinco (PSOL) e Leonel Brizola Neto (PDT), mas apesar do acordado, a senhora Costin mais uma vez não participou do encontro.

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A Primavera do Colégio Pedro II

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No dia 21 de maio, foi lançada, no auditório Mário Lago, a campanha do Professor Tarcísio Motta para Reitor do Colégio Pedro II, chamada de “A Primavera do CPII” pelo Vereador Renato Cinco. Em sua fala de apoio à candidatura, Cinco falou da importância do nome de Tarcísio para todos que lutam por uma sociedade livre, justa e igualitária, e que acreditam que a educação é fundamental para essa construção. Tarcísio Motta, Professor Doutor em História, tendo toda a sua formação acadêmica na Universidade Federal Fluminense (UFF), foi professor universitário, professor da Rede Municipal de Caxias, Diretor do SEPE Caxias, pautou sua trajetória na luta em defesa da educação pública, gratuita, de qualidade, laica e, como afirmou em seu discurso, emancipatória.

O lançamento de sua campanha foi marcado pela emoção, a candidatura agrega todos os setores do Colégio Pedro II, muitos movimentos sociais, sindicatos, partidos de esquerda e centrais sindicais. Respeitada pelos colegas e admirada pelos alunos, a candidatura não deixou dúvidas de que é representante inconteste para todos os lutadores e lutadoras que defendem a educação como questão central para a transformação da sociedade.

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Em defesa da Educação Pública no Município

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Nesta quarta-feira (22/05), o Vereador Renato Cinco esteve junto aos profissionais de educação na porta da Sede Administrativa da Prefeitura, onde ocorreu um representativo ato. Desta vez, o SEPE, Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação, em ação conjunta com vereadores, um deles Renato Cinco, conseguiu arrancar a audiência com a Secretária Claudia Costin. Esta, que estava viajando, colocou seu chefe de gabinete para atender o Sindicato e os Vereadores, deixando agendada uma audiência para o dia 29 de maio. Essa audiência foi conquistada graças ao crescimento do movimento, refletido não apenas no ato, mas também no alto índice de profissionais paralisados. Ao que parece, a Rede Municipal do Rio de Janeiro chegou ao seu limite. Profissionais vivem situações extremas dentro das escolas com o excesso de trabalho, péssimas condições, turmas lotadas, muitas cobranças, assédios morais, ameaça de remoções, além de muitos trabalharem em áreas de risco.

No ato, em seu discurso, o Vereador Renato Cinco destacou o caráter privatizante da política educacional de Claudia Costin e Eduardo Paes, contribuindo para desmascarar a farsa do IDEB. Em detrimento dos livros didáticos e materiais qualitativos pedagógicos, são gastos milhões da verba pública com impressões de cartilhas mal feitas e matérias para os projetos de aceleração implementados por empresas privadas, como as fundações Roberto Marinho e Ayrton Senna. Renato tentou explicitar como o processo de privatização da educação e da saúde se dão com métodos diferenciados, ocorrendo não em um leilão, mas com desmonte do caráter público por dentro das estruturas.

O Vereador, em plenário, cobrou da Secretária a seriedade e o respeito que profissionais de educação merecem, pedindo que cumpra assim o seu compromisso de receber o SEPE no dia 29 de maio, às 11h. Falou ainda das mazelas da educação da cidade do Rio de Janeiro e leu as reivindicações entregues a ele pelo SEPE.

A próxima paralisação será no dia 11/06, como deliberado na assembleia da categoria no Clube Municipal. Uma média de 350 profissionais aprovou um índice emergencial de aumento a ser integrado à lista de reivindicações. Sem abandonar a luta histórica por um vencimento de cinco salários mínimos para professores e 3,5 para funcionários, o índice de 19% a partir dos cálculos do DIESE foi aprovado pela maioria.

Confira abaixo a fala de Renato Cinco

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No 22 de maio, paralisação da Rede Municipal de Educação

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No dia 22 de maio, os profissionais da Rede Municipal de Ensino farão paralisação das atividades escolares por 24h. Realizarão no mesmo dia um ato na porta da sede administrativa da prefeitura, às 11h, e assembleia às 14h no Clube Municipal.

O mandato do vereador Renato Cinco apoia a luta mais que devida da categoria, que vive uma situação cada vez mais grave. A prefeitura tem se negado a receber o sindicato e as reivindicações da categoria. A educação vive a truculência de instaurar a qualquer preço projetos de iniciativa privada, como os ligados à Fundação Ayrton Senna, materiais da Cultura Inglesa entre outros. O SEPE denuncia que o município não utiliza os 25% do orçamento para a educação, como determina a Constituição brasileira, pois no cálculo não deve ser incluído o valor do FUNDEB. O modelo meritocrático nas escolas não enganam mais os profissionais, que, além de se sentirem massacrados, não vivenciaram uma melhora real, e sim uma maquiagem mal feita, visando o IDEB.

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Ato em defesa do SEPE, sexta, 3/5, na ABI, às 18h

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No dia 3 de Maio (sexta-feira), o SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação) promoverá um ato em defesa do direito democrático de livre organização e manifestação. O evento será realizado, a partir das 18h, na ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, 9º andar, Centro do Rio de Janeiro).

O sindicato está ameaçado de receber uma multa no valor de 500 mil reais, prevista por uma liminar concedida ao governo estadual, por conta da paralisação dos profissionais da Rede Estadual nos dias 16, 17 e 18 de abril.

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Educação em luta

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No dia 18 de abril, os/as profissionais de educação da Rede Municipal paralisaram as escolas e organizaram um ato público em frente à sede administrativa da Prefeitura do Rio de Janeiro. Na manifestação, foi apresentado o resultado parcial do plebiscito em que milhares de pessoas expressaram seu descontentamento com a política meritocrática e privatizante da Secretária Cláudia Costin.Image

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Profissionais da Educação realizam ato no dia 18/04, 11h, na Prefeitura

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A educação pública municipal também é afetada pelo modelo de cidade dos megaeventos, feito para beneficiar empresários, especuladores imobiliários e banqueiros. Além da falta de verbas, ausência de funcionários e complicadas condições de trabalho, as escolas foram surpreendidas este ano com ações que tinham por objetivo fazer propaganda da política da prefeitura, como a distribuição do jogo “Banco Imobiliário Cidade Olímpica” e das cartilhas de matemática, que citavam o nome do atual prefeito e seu desempenho eleitoral. Foram gastos na compra do jogo mais de R$ 1 milhão.

Entre as piores mazelas vivenciadas pelos educadores, vale destacar a ausência de um Plano de Carreira Unificado que valorize de fato os profissionais por tempo de serviço e pela sua formação – uma das lutas históricas da categoria. Ao invés de enfrentar esse debate, o Prefeito Eduardo Paes e sua Secretária de Educação preferem utilizar a política de bonificações e 14º salário para aqueles que atingirem metas, uma perversa ação que exclui de imediato os aposentados e os que estão de licença médica, ou seja, todos que não são “produtivos”, para que o governo alcance o IDEB desejado e possa fazer seu marketing político.

Entre os dias 1º e 17 de abril, os profissionais de educação do município terão a chance de ser ouvidos, através de um plebiscito dentro das escolas, realizado pelo Sepe: “O que pensam da política educacional de Paes e Costin?”. O resultado será revelado no dia 18 de abril, em frente à Prefeitura, num ato que ocorrerá no dia escolhido para a paralisação da Rede Municipal de Ensino. O Ato será realizado às 11h. Logo após, às 14h, a categoria realizará assembleia, no Instituto de Educação (Tijuca).

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Marcha em defesa da EDUCAÇÃO

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O Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública (FEDEP) convoca para a próxima quinta-feira, dia 21, sua segunda “Marcha em Defesa da Educação” do ano. A defesa da educação pública, de democracia nas escolas e universidades, o respeito ao direito de livre organização, o investimento de 10% do PIB na educação e o Passe-livre irrestrito são alguns dos eixos defendidos.

Sempre próximo ao dia 28 de março, os estudantes organizam um ato em homenagem ao estudante secundarista Edson Luíz, assassinado pela força repressiva da Ditadura civil-militar, em 1968. O dia 21 é também um protesto, pois, mesmo passados 45 anos, os governos continuam perseguindo, prendendo, torturando e matando uma parcela considerável de nossa juventude.

A concentração do ato será às 12h, na Candelária. A Assembleia dos Profissionais da Educação da Rede Estadual (organizada pelo SEPE) vai se somar à passeata em seu transcorrer. O Ato se encerrará com uma grande aula pública nas escadarias da ALERJ.

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