“Desocupa” é movimento proto fascista

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77Nos últimos dias tem chegado ao conhecimento da população carioca o surgimento do movimento “desocupa”. Tal grupo está sendo organizado por pais, alunos, professores e servidores que não aderiram à greve, em articulação com a Secretaria Estadual de Educação, e tem se utilizado de métodos violentos para desmobilizar as ocupações das escolas.

Em discurso na tarde da última quarta-feira (11), Renato Cinco denunciou a covardia do governo do estado, que está “terceirizando” a desocupação das escolas. Cinco lembrou que há 3 anos a repressão às manifestações era feita com a truculência policial. Agora, o enfrentamento aos manifestantes se utiliza de mentiras quando, por exemplo, o Secretário Estadual de Educação, Antônio Vieira Neto, afirma que os estudantes correm o risco de perder o ano por conta da ocupação e da greve.

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A educação que queremos

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22O Plano Municipal de Educação (PME) está em tramitação na Câmara Municipal e, em breve, irá a plenário para a apreciação e aprovação dos vereadores. O documento enviado pelo Executivo apresenta alguns pequenos avanços – que correm o risco de ser derrotados na Câmara, como é o caso do debate sobre gênero e diversidade – e outros aspectos que deixam muito a desejar e não contemplam as demandas dos profissionais de educação.

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Alunos e educadores unidos contra o sucateamento da educação

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88O aprofundamento da crise financeira do governo estadual elevou a insatisfação nas salas dos professores e nos pátios das escolas. Críticos ao atraso no salário dos profissionais de educação e indignados com o sucateamento das unidades de ensino, estudantes iniciaram um movimento de ocupação de escolas.

O movimento dos secundaristas começou no final de março, com a ocupação do Colégio Mendes de Moraes, na Ilha do Governador. Até o fechamento desta reportagem, em 14/04, mais 40 escolas em todo estado estavam ocupadas por alunos.

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DCE da UFRJ recebe a medalha Pedro Ernesto

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Untitled-1A noite de 7 de abril de 2016 serviu para manter viva a história combativa do DCE Mário Prata (UFRJ) em defesa da democracia e por uma educação pública de qualidade. Representantes de diferentes gerações do movimento estudantil se reuniram para recordar momentos de luta e receber a medalha Pedro Ernesto, oferecida ao DCE por iniciativa do mandato do vereador Renato Cinco.

A mesa da atividade foi formada por Luiz Rodolfo “Gaiola” (tradutor e militante do Grupo Tortura Nunca Mais) – diretor da entidade nos anos 1960 (gestão 68/69); Alcebíades Teixeira “Bid” – membro do DCE nos anos 1980; Anderson Ulisses – diretor nos anos 1990 (gestões 94/95, 95/96 e 99/00); e Luíza Foltran – da atual diretoria.

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Secundaristas em luta

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22O ano passado se encerrou com o governador Pezão dando dois grandes “presentes” para a população. Cortou mais de 100 milhões na educação e deixou de pagar os salários de várias categorias de servidores.

No início desse ano, as escolas iniciaram o período letivo sofrendo as consequências desses cortes. Falta o básico: merenda, material didático, material de limpeza, porteiros, manutenção etc.

Em resposta, estudantes e profissionais da educação vêm construindo diversas mobilizações como atos, passeatas, debates e assembleias. A educação estadual está em greve desde o dia 2/3.

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Milhares de pessoas lotam as ruas em defesa da educação

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3Na última quarta-feira (16),  mesmo debaixo de forte chuva, milhares de pessoas lotaram as ruas de Laranjeiras. Protestavam contra o parcelamento do 13º, o atraso do salário do funcionalismo (que pode ser dividido em dois no próximo mês), a ausência de pagamento aos terceirizados e a falta de infraestrutura da rede de educação estadual (Escolas Estaduais, FAETEC, UERJ, UENF e Escola de Teatro Martins Pena). Os manifestantes se concentraram no Largo do Machado e, depois, saíram em passeata até o Palácio Guanabara.

O ato foi marcado pela irreverência e criatividade. Além das músicas e batuques, alunos de teatro apresentaram uma peça engajada, fazendo uma paródia da música “Baile de Favela”.

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O Plano Municipal de Educação que queremos

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No dia 1º de março, nosso mandato realizou a roda de conversa sobre o “PME que Queremos”. A atividade aconteceu no Espaço Plínio de Arruda Sampaio, na Lapa, e contou com a presença de vários setores ligados à educação, como estudantes, professores, pedagogos, representante da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE-RJ).

O PME chegou à Câmara dos Vereadores com oito meses de atraso e agora tramita nas comissões da Casa. Esse plano não pode ser aprovado sem a garantia de um amplo debate com a comunidade escolar. Tal debate já deveria ter ocorrido, mas mesmo com a Prefeitura cumprindo certos passos para a construção do documento base, este passou à margem das escolas, o que impediu que a maioria dos profissionais de educação, pais e alunos pudessem propor suas demandas.
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Bolsonaro tenta votar “escola sem partido”

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3Na semana de grande mobilização de estudantes e profissionais de educação, o vereador Carlos Bolsonaro colocou na pauta de votações da Câmara Municipal o Projeto de Lei  “escola sem partido”. Na quarta-feira (02), após discursos de vários vereadores criticando a proposta, Bolsonaro recuou e retirou o PL da pauta. O sinal de alerta continua, pois a votação pode ocorrer nas próximas semanas.

Em discurso no plenário, o vereador Renato Cinco comentou sobre a manifestação realizada no Centro do Rio contra o sucateamento dos serviços públicos promovido pelo governo Pezão (PMDB).

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Plano Municipal de Educação chega à Câmara

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Segundo a lei que estabeleceu o Plano Nacional de Educação (PNE), os municípios deveriam elaborar e aprovar os respectivos Planos Municipais de Educação (PME’s) até o dia 24 de junho de 2015. O Rio de Janeiro entrou para as estatísticas do Ministério da Educação (MEC) e fez parte dos mais de 50% de municípios a não cumprir esse prazo.

O PME chegou à Câmara na segunda-feira (22), com alguns meses de atraso. Espera-se que a urgência não dê motivos para que o plano seja aprovado sem ampla discussão e participação dos profissionais de educação e da sociedade. Mas, infelizmente, é possível ter amostras de que a ausência de debates é o que se desenha: a Secretaria de Educação realizou, por enquanto, um seminário de apenas dois dias e mal divulgado, o que é insuficiente para aprofundar esse assunto.
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Escolas Municipais definham na Cidade Olímpica

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Enquanto a prefeitura inaugura o “Museu do Amanhã” e dobra a verba destinada às escolas de samba, muitas escolas municipais iniciam o ano letivo em condições precárias de funcionamento. As denúncias são muitas e têm diferentes origens: de mães até profissionais de educação, de variadas regiões da cidade.

A climatização, por exemplo, foi uma das reivindicações negociadas durante a greve de 2013 e, mesmo após três anos, cerca de 50% das escolas da rede seguem sem ar condicionado. E, dentre as unidades que já receberam o equipamento, há relatos de problemas relativos à manutenção. O calor desproporcional, somado ao número excessivo de alunos por turmas (variando de 40 a 56), dificulta o processo de aprendizagem.
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