Educação e serviços públicos

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Nosso primeiro mandato teve início em 2013, ano que será lembrado pelas históricas jornadas de junho e pela greve dos profissionais de educação. Naquele período, contribuímos para a análise do Plano de Carreira apresentado pelo Executivo Municipal. Renato Cinco votou contra a proposta, já que o plano não atendia às demandas da categoria.

Cinco apresentou o requerimento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do FUNDEB que, infelizmente, não obteve o número de assinaturas suficiente para ser instalada.

No vídeo abaixo, Renato Cinco comentas as lutas da educação neste período e sobre os embates políticos que devem ocorrer na próxima legislatura, como a votação do Plano Municipal de Educação e o projeto “escola sem partido”.

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Em defesa da educação pública, gratuita, laica e de qualidade

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Como resultado de anos de sucateamento, a educação pública chegou a uma situação de caos. Governos, banqueiros, grandes empresários e latifundiários não querem que os filhos dos trabalhadores tenham acesso ao conhecimento crítico. O povo educado pode aprender que só a luta muda a vida!

A prefeitura e governo do estado impuseram a lógica de mercado. A meritocracia é, cada vez mais, o modelo adotado, tratando as escolas como fábricas e usando metas para estimular disputas – e culpar os professores pelo fracasso escolar. Enfim, colocando a educação na condição de mercadoria.

Como resultado, greves e ocupações de escolas explodiram.

O mandato do vereador Renato Cinco tem acompanhado, desde o início, as lutas pela educação pública, gratuita e de qualidade. Cinco apresentou o requerimento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do FUNDEB que, infelizmente, não obteve o número de assinaturas suficiente para ser instalada. Nas audiência públicas, sempre denuncia o não cumprimento pela prefeitura do investimento mínimo de 25% do orçamento em educação, assinalando que, mesmo que aplicado, tal valor seria insuficiente para garantir um ensino de qualidade. Vale destacar que a verba destinada a um aluno do Colégio Pedro II é dez vezes maior do que a empenhada para um aluno da rede municipal.

Cinco esteve ao lado dos profissionais da educação na greve de 2013. Votou contra o Plano de Carreira apresentado pelo Executivo Municipal e denunciou, junto ao Ministério Público, a maneira arbitrária e truculenta com que o mesmo foi aprovado.

 

 

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