Cobertura completa do Seminário Internacional sobre Colapso Hídrico

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6Está disponível no nosso canal no Youtube a cobertura completa do Seminário Internacional sobre Colapso Hídrico, realizado em dezembro de 2015. O objetivo do seminário foi debater criticamente temas relacionados à água no contexto do que vem sendo denominado colapso hídrico no Rio de Janeiro.

Busca-se abordar a crise em suas diferentes escalas, além de aprofundar a discussão sobre temas relevantes para a Comissão, como: as formas de prestação dos serviços (público ou privado); o acesso à informação sobre recursos hídricos e saneamento; formas de participação popular, controle social e planejamento; e a água como direito humano.

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Tragédia anunciada no aterro sanitário de Seropédica

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Criado como alternativa para substituir o Lixão de Gramacho, o Centro de Tratamento de Resíduos de Seropédica (CTR) foi apresentado por autoridades municipais e estaduais como uma “alternativa segura” para o despejo de lixo.

Entretanto, no último final de semana, cerca de 50 mil litros de chorume vazaram do local, contaminando um córrego de Seropédica e ameaçando o aquífero Piranema, um dos mais importantes do estado. A empresa Ciclus explicou em nota que o vazamento ocorreu por falta de energia elétrica, que provocou uma falha nos geradores durante o transporte do chorume.

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Centenas de pessoas discutem o colapso hídrico

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A preocupação com a falta d´água cresce a cada dia em todo mundo. Tanto que termos específicos, como crise e colapso hídrico, já são utilizados para se referir à situação. Se a escassez de água – ou a completa falta dela – já é uma realidade para parte significativa da população mundial, cabe a reflexão sobre até quando teremos água adequada para o consumo humano disponível.

Com o objetivo de realizar um diagnóstico sobre a situação hídrica na cidade, e formular ideias para enfrentá-la, o vereador Renato Cinco propôs à Câmara Municipal a criação da Comissão Especial sobre o Colapso Hídrico – que foi aprovada e está em funcionamento desde o final de maio de 2015. Como um dos desdobramentos das ações da Comissão, foi realizado, na segunda-feira (14), um “Seminário Internacional” para discutir o tema.
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Feira da Reforma Agrária Cícero Guedes

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No início dessa semana, o Largo da Carioca recebeu a sétima edição da Feira Estadual da Reforma Agrária Cícero Guedes, organizada pelo Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

A Feira já ocorre há sete anos, com mais de 100 expositores, e tem como objetivo a divulgação e a venda dos produtos cultivados nos assentamentos rurais do Rio de Janeiro e manufaturados nas cooperativas de reforma agrária de diversos estados do Brasil. Além dos produtos, a atividade contou também com uma farta programação cultural.
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Um mês da tragédia de Mariana

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Um mês após o rompimento de uma barragem lotada de resíduos de mineração da Samarco, que arrasou distritos de Mariana (MG) e todo entorno do rio Doce, o cenário ainda é de terra arrasada. A Samarco é uma empresa controlada pela multinacional BHP Billiton e pela Vale.

Foram derramados 62 milhões de metros cúbicos de lama tóxica, afetando radicamente a vida de 3,2 milhões de pessoas, que é a população estimada da bacia do Rio Doce. Em horas, a lama se alastrou, soterrando casas do distrito de Paracatu de Baixo. As localidades de Paracatu de Cima, Gesteira, Campinas, Pedras, Camargos, Ponte do Gama e Borba e Bicas também foram imediatamente atingidas.
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Seminário internacional sobre o colapso hídrico

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A Comissão Especial da Câmara Municipal sobre o Colapso Hídrico, presidida pelo vereador Renato Cinco, vai promover no dia 14 de dezembro de 2015 um seminário internacional para debater os problemas que afetam o abastecimento de água no Rio de Janeiro. Atividade é gratuita e será realizada no hotel Windsor Guanabara (Av. Pres. Vargas, 392 – Centro, Rio de Janeiro/RJ.)

O objetivo do seminário é debater criticamente temas relacionados à água no contexto do que vem sendo denominado colapso hídrico no Rio de Janeiro. Busca-se abordar a crise em suas diferentes escalas, além de aprofundar a discussão sobre temas relevantes para a Comissão, como: as formas de prestação dos serviços (público ou privado); o acesso à informação sobre recursos hídricos e saneamento; formas de participação popular, controle social e planejamento; e a água como direito humano.
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Marcha do povo pelo clima

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9Em dezembro, Paris sediará a 21ª Conferência do Clima (COP 21). O principal objetivo do evento será costurar um novo acordo entre os países participantes para diminuir a emissão de gases de efeito estufa.

Como contraponto, organizações, coletivos e movimentos sociais realizarão manifestações em todo o mundo no dia 29 de novembro. A ideia é que essa mobilização chame atenção para ações efetivas que freiem e enfrentem, de fato, as mudanças climáticas e a destruição do meio ambiente.

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Tragédia anunciada

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1O rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco em Mariana (MG), no último dia 05 de novembro, não foi um acidente. Há muito tempo, os movimentos populares e os sindicatos de trabalhadores vêm denunciando o descaso na operação de tais estruturas por todo o país. Se as autoridades licenciadoras e o poder público como um todo não são capazes de detectar os problemas e resolvê-los, é porque operam com a lógica de que empresas e empreendimentos são mais importantes do que a vida do povo. Esta tragédia traz à tona problemas muito maiores e que, normalmente, estão invisíveis para a maioria da sociedade.

A operação de barragens no Brasil conta com sistemas muito frágeis (quando existem) de prevenção de desastres. Muitas comunidades que vivem a jusante destes empreendimentos sequer sabem dos riscos a que estão submetidos. Não há sistemas de alarme e nem programas de treinamento da população para saber como agir no caso de rompimentos como os da semana passada. Notícias indicam que do momento do primeiro rompimento até a chegada da lama tóxica ao distrito de Bento Rodrigues passaram-se 40 minutos. Com um sistema simples e eficiente de alarme, não estaríamos contando mortos e feridos.

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Comissão sobre o Colapso Hídrico questiona órgãos públicos

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Há estudos sobre o impacto da crise hídrica no Município do Rio de Janeiro? Qual é a perspectiva do poder público para atuar na questão? Estas e outras perguntas foram encaminhadas na última semana para a Coordenadoria Municipal de Recursos Hídricos, Subsecretaria de Segurança Hídrica do Governo do Estado e CEDAE pelo vereador Renato Cinco.

Cinco é o presidente da Comissão Especial sobre o Colapso Hídrico da Câmara Municipal do Rio de Janeiro que, desde o primeiro semestre deste ano, vem acompanhando de perto o cenário no Rio de Janeiro através de debates públicos, diligências e entrevistas com especialistas. Segundo o próprio Secretário Estadual do Ambiente, é a mais grave crise da história no sistema Guandu.
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Crise hídrica deixa moradores de Paquetá sem água

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4As notícias do agravamento da crise hídrica não se limitam aos blogs de ambientalistas e à imprensa alternativa. Agora, toda mídia está alertando sobre o baixo nível dos reservatórios de água da região sudeste. No Estado do Rio, 20% dos municípios estão enfrentando problemas de abastecimento de água.

Na Capital, os moradores de Paquetá já estão sofrendo com a falta d’água por conta de uma redução na vazão no sistema que abastece a ilha e os municípios de Itaboraí, Niterói e São Gonçalo. Esse corte vem antecipando o horário de saída dos alunos da escola municipal Pedro Bruno, já que as torneiras secas impedem a preparação do almoço.

No plenário da Câmara Municipal, o vereador Renato Cinco questionou a política que resultou no corte do abastecimento de Paquetá. “Se está faltando água em Paquetá porque diminuíram a vazão, eu levanto a seguinte questão: cortar água das indústrias de Niterói e São Gonçalo antes de cortar a água da população de Paquetá. Porque isso é um debate que a gente vai ter que fazer. Nós vamos aceitar que a população fique sem água, enquanto os maiores consumidores de água, que são o agronegócio, a indústria e a mineração, continuam a gastar água?”

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