Por um Rio de Janeiro livre de opressões

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Para ser uma cidade maravilhosa de verdade, o Rio precisa ser de todos/as e para todos/as. Neste contexto, elaboramos um programa de combate às opressões. Assista o vídeo abaixo:

Vivemos numa cidade muito desigual. As regiões mais nobres recebem os maiores investimentos, enquanto os bairros habitados pela população mais pobre são abandonados. Essa diferença de tratamento é ainda mais cruel com os setores discriminados, como mulheres, negros/as e LGBTs.

O poder público precisa trabalhar para fazer do Rio uma cidade inclusiva. É preciso formular políticas públicas para combater o preconceito.

Renato Cinco é autor de algumas iniciativas, como:

  • A Lei 5858/2015, que institui a campanha permanente de combate ao machismo nas escolas do município.
  • O Projeto de Lei 1297/2015, que concede benefícios fiscais às empresas que contratarem travestis, transexuais e transgêneros.
  • O Projeto de Emeda à Lei Orgânica 21/2014, que amplia a licença paternidade para 30 dias.
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Por outra política de drogas

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A “guerra às drogas” tem servido de pretexto para criminalizar a pobreza e militarizar a vida, especialmente nas periferias e favelas. Além disso, a proibição alimenta uma dinâmica de violência e corrupção muito pior do que os efeitos das drogas ilícitas.

Defendemos a imediata legalização da maconha, com a regulamentação do cultivo caseiro e do uso medicinal. Precisamos de outra política de drogas, em que o respeito aos direitos humanos e o diálogo com a população estejam em primeiro lugar.

A cidade do Rio precisa se preocupar em efetivar uma politica de atenção em saúde para os usuários de drogas, que esteja comprometida com a lógica da redução de danos. Isso significa que a abstinência não é uma condição para o início do tratamento e que as metas vão ser estabelecidas conjuntamente entre os usuários e os profissionais em saúde.

Assista abaixo ao nosso programa:

 

 

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De que cidade precisamos para viver?

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Apesar de ser considerada linda, com belos cartões postais, a cidade do Rio de Janeiro está longe de ser um espaço que respeita os/as trabalhadores/as e a natureza. Precisamos que os investimentos públicos privilegiem a maioria da população, com moradia adequada, sem remoções; transporte não poluente, barato e viável; e a preservação das matas e florestas, lagoas, rios, baías e mar.

A destruição das últimas décadas ameaça a vida de todos os seres vivos, com diferentes poluições, diminuição do acesso à água e o estresse de uma cidade que não funciona e que segrega os grupos sociais mais empobrecidos. Isto aumenta a insatisfação, a sensação de insegurança e a violência urbana, que tem no Estado um dos seus principais agentes.

Lutas por moradia; melhorias nos transportes, com barateamento de seus custos e controle público; preservação ambiental; democratização do espaço da cidade, com cultura e educação; agricultura agroecológica urbana; entre outras – realizadas por moradores da Vila Autódromo, das Vargens, da Maré, de Manguinhos, produtores familiares e integrantes das redes de feiras orgânicas e agroecológicas – são essenciais para subsidiar iniciativas parlamentares e institucionais comprometidas com outro projeto de cidade.

 

 

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Juventude e cultura

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A política cultural da atual gestão prefeitura do Rio de Janeiro repete a péssima lógica da cidade-mercadoria, com o governo atuando para inviabilizar as atividades que não se encaixam nesse modelo.

São frequentes as ações de “Choque de Ordem”, que reprimem eventos e intervenções culturais, que se organizam de forma independente e espontânea em diversos bairros.

Sem espaço para produzir atividades nas ruas, o carioca também sofre com o sucateamento de equipamentos públicos, como as Lonas Culturais. Em algumas regiões, este é o único equipamento cultural público.

A juventude é duramente atacada com este modelo de gestão da cultura, já que não encontra espaço para conhecer o que é produzido e para disseminar seu trabalho.

O Executivo Municipal não precisa se tornar uma produtora de eventos e atividades culturais. Defendemos que o poder público atue de forma proativa, buscando descobrir a produção cultural que está sendo feita em cada região e oferecendo formas de fomento e estrutura para elas.

Confira nosso programa para juventude e cultura:

 

 

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Em defesa da educação pública, gratuita, laica e de qualidade

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Como resultado de anos de sucateamento, a educação pública chegou a uma situação de caos. Governos, banqueiros, grandes empresários e latifundiários não querem que os filhos dos trabalhadores tenham acesso ao conhecimento crítico. O povo educado pode aprender que só a luta muda a vida!

A prefeitura e governo do estado impuseram a lógica de mercado. A meritocracia é, cada vez mais, o modelo adotado, tratando as escolas como fábricas e usando metas para estimular disputas – e culpar os professores pelo fracasso escolar. Enfim, colocando a educação na condição de mercadoria.

Como resultado, greves e ocupações de escolas explodiram.

O mandato do vereador Renato Cinco tem acompanhado, desde o início, as lutas pela educação pública, gratuita e de qualidade. Cinco apresentou o requerimento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do FUNDEB que, infelizmente, não obteve o número de assinaturas suficiente para ser instalada. Nas audiência públicas, sempre denuncia o não cumprimento pela prefeitura do investimento mínimo de 25% do orçamento em educação, assinalando que, mesmo que aplicado, tal valor seria insuficiente para garantir um ensino de qualidade. Vale destacar que a verba destinada a um aluno do Colégio Pedro II é dez vezes maior do que a empenhada para um aluno da rede municipal.

Cinco esteve ao lado dos profissionais da educação na greve de 2013. Votou contra o Plano de Carreira apresentado pelo Executivo Municipal e denunciou, junto ao Ministério Público, a maneira arbitrária e truculenta com que o mesmo foi aprovado.

 

 

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Começou: nosso bloco está nas ruas!

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Somente quem constrói política com desejo real de mudança é capaz de levar às ruas muita gente disposta a construir outra história para a cidade.
Na manhã desta terça, 16, ocupamos o calçadão de Campo Grande e à noite colorimos a Cinelândia com Marcelo Freixo e Luciana Boiteux (nossa candidata à vice) para dizer que não aceitaremos ataques e retrocessos.
Nas palavras do nosso candidato a prefeito, “enchemos as ruas assim como cresce a lua” e anunciamos a urgência de construir um projeto coletivo e alternativo para o Rio. O convite está feito: vem com a gente lutar por socialismo e liberdade.
Serão 45 dias de Campanha e uma certeza: a nossa vitória não será por acidente, será fruto da organização de quem está indignado com uma cidade cara, excludente, onde o lucro das empresas está acima da vida. É por isso que iniciamos nossa caminhada em busca da reeleição de Renato Cinco, para manter um mandato coletivo que continue sendo um instrumento a serviço de todas as lutas pela dignidade humana, como fizemos nesses quatro anos.
Outra cidade é possível!
Basta de guerra aos pobres!
#RenatoCinco50555  #Freixo50

Confira abaixo um pouco das atividades em Campo Grande e na Cinelândia:

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