Comissão sobre o Colapso Hídrico realiza seu primeiro debate público

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A Comissão Especial sobre o Colapso Hídrico, presidida pelo vereador Renato Cinco, realizou nesta quinta-feira (29) o debate público “A crise hídrica no Rio de Janeiro”. Na ocasião, foi apresentado o documento com as primeiras notas da presidência da Comissão. O evento contou com a participação da Cedae, pesquisadores, ativistas e ambientalistas, mostrando a complexidade do debate hídrico e indicando caminhos de ações no âmbito municipal.

– Baixe aqui: Notas da Presidência da Comissão Especial sobre o Colapso Hídrico
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Câmara rejeita “PL Libertário”

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Na sessão extraordinária da última quarta-feira (23), os vereadores do Rio votaram pela rejeição do “PL Libertário”. O Projeto de Lei 815/2014, apresentado pelo nosso mandato, previa a proibição de que candidatos fossem inquiridos sobre questões consideradas pessoais – como, por exemplo, uso de drogas, orientação sexual, identidade de gênero e pretensão de ter filhos – em qualquer etapa de processo seletivo para emprego, em empresa privada ou pública.

O PL, caso fosse aprovado, proibiria também que fosse aplicado qualquer tipo de teste toxicológico ou de gênero, sob pena de multa. A votação foi bastante apertada. A proposta não foi aprovada por pouco: 14 votos contrários e 13 favoráveis.
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Guarda Municipal versus ambulantes

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Durante a tarde da última quinta-feira (17), foi possível presenciar, em frente à Câmara Municipal, mais uma demonstração de truculência e arbitrariedade por parte da Guarda Municipal. Artesões que expõem e vendem seus artesanatos ao lado da escadaria da Casa tiveram seus produtos recolhidos de forma violenta. Ao tentar intervir na operação em curso, o vereador Renato Cinco foi ameaçado de receber voz de prisão.

A abordagem de trabalhadores ambulantes, seguida de apreensão da mercadoria, é comum e já faz parte do cotidiano da cidade. A política de organização do espaço urbano, conhecida como “Choque de Ordem”, implementada durante a gestão de Eduardo Paes, respalda e legitima esse tipo de ação. O que não quer dizer que se deve considerá-la natural.
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Precisamos debater a desigualdade social

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As cenas de violência na orla do Rio de Janeiro dominam as conversas nos lares, nos ambientes de trabalho e nas redes sociais. Neste caldeirão de ideologias e sentimentos, surgiu uma divisão na sociedade, com a “culpa” da criminalidade sendo jogada em cima dos moradores da periferia que usam o ônibus para chegar à praia.

A situação se agrava com a organização de “justiceiros”, criminosos que aparecem com o pretexto de garantir a paz. Prometem atacar com facas, porretes e armas de choque qualquer “grupo suspeito” que entrar na Zona Sul.
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Ingressos para o “Rock in Rio”

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A jornalista Berenice Seara deu destaque, em sua coluna “Extra, Extra!”, para o fato de a bancada do PSOL ter devolvido os ingressos do “Rock in Rio”, que foram distribuídos para os vereadores do Rio. Veja a matéria:

http://www.clipnaweb.com.br/camara/Imagens/2015%5C09%5C18%5C0000154652.pdf

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Trotsky, marxista herético

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7A quarta atividade de formação no Espaço Plínio de Arruda Sampaio (Rua Joaquim Silva, 130, Lapa) acontecerá no dia 30 de setembro (quarta-feira), às 18h30, e contará com a participação de Alcebíades Teixeira (Bid), geógrafo e professor do Colégio Pedro II, que debaterá o tema “Trotsky, marxista herético”. Confirme presença no evento do facebook.

Aos que forem participar, os textos utilizados para a discussão serão:

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Câmara Municipal debate a crise hídrica no Rio de Janeiro

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1O Sudeste do Brasil tem sofrido, nos últimos anos, com uma grave crise hídrica que vem mudando a rotina da população. Especialistas apontam três motivos principais para a crise: a alteração do regime de chuvas, o desmatamento no entorno dos mananciais e o uso excessivo da água pela indústria e agricultura. A crise revelou outro problema: o colapso da gestão das empresas responsáveis pelo fornecimento deste bem de primeira necessidade para a vida humana.

Estes e outros assuntos estarão na pauta da audiência pública “A crise hídrica no Rio de Janeiro”, organizada pela Comissão Especial do Colapso Hídrico, presidida pelo vereador Renato Cinco. O evento acontece na próxima quinta-feira, dia 24/9, às 9h30, no plenário da Câmara Municipal. Na mesa estarão a professora e pesquisadora Ana Lucia Britto (Prourb – UFRJ), o pescador de Santa Cruz Jaci Nascimento, o deputado estadual Flavio Serafini (PSOL-RJ), o professor e ambientalista Pedro Aranha e o professor e militante do Baía Viva e do FAPP-BG Sebastião F. Raulino, além de representantes da CEDAE e da Secretaria Municipal de Saneamento e Recursos Hídricos.

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Carioca de alma e papel passado

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5Na segunda-feira (14), o Espaço Plínio de Arruda Sampaio – gabinete avançado do vereador Renato Cinco na Lapa – transbordou de gente e de emoção. E não poderia ser diferente. A  homenagem ao professor Tarcísio Motta, que recebeu o título de “Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro”, reuniu dezenas de pessoas: amigos da folia, companheiros de militância, colegas de faculdade e familiares.

Nascido em Petrópolis, Tarcísio Motta de Carvalho é mestre e doutor em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e leciona no Colégio Pedro II. Iniciou sua vida política como militante na Pastoral da Juventude. Depois, atuou por muito tempo no Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE).

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Pátria Educadora: meritocracia e fim da autonomia pedagógica

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6Nosso mandato fez uma análise sobre o programa “Pátria Educadora”, apresentado pelo Governo Federal como uma grande inovação para as políticas públicas na área de educação. Porém, esse projeto, sob a justificativa da igualdade e da equidade, implementará políticas que desrespeitam a diversidade regional e que impõem uma lógica baseada no alcance de metas e na meritocracia, acabando com a autonomia pedagógica e permitindo a privatização de esferas do processo educacional.

Leia o documento:

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Violência policial e desmilitarização da segurança

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4A história do assassinato do pedreiro Amarildo é apenas uma de muitas envolvendo policiais no Brasil. O relatório “Você matou meu filho!”, divulgado pela Anistia Internacional, revela que, entre 2005 e 2014, 5.132 pessoas foram mortas por policiais em serviço na cidade do Rio de Janeiro. A grande maioria das vítimas era de jovens negros, habitantes de favelas.

Neste contexto, ganhou peso o movimento em defesa da desmilitarização das forças de segurança. No início deste mês, os “Comitês Nacionais pela Desmilitarização da Polícia e da Política” lançaram uma cartilha sobre a questão, apontando os equívocos de políticas de segurança orientadas por uma lógica militar, baseada na eliminação daqueles classificados como “inimigos”.

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