Risco de apagão na comunicação

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Mais uma vez, o prefeito Eduardo Paes (PMDB-RJ) age na surdina e passa a perna na sociedade. Há pelo menos três anos, diversas entidades de comunicadores e representantes da cultura carioca debatem a instalação do Canal da Cidadania – um canal de TV público e com sinal aberto, já normatizado pelo Ministério das Comunicações através do decreto 489/2012. A instalação dependia apenas da outorga do prefeito.

De acordo com o decreto federal, o canal será dividido em quatro faixas de programação. Uma para veiculação do poder executivo municipal, outra para o governo do estado e duas faixas para programas produzidos pela sociedade civil.

Durante inúmeras reuniões, debates e audiências, o poder executivo municipal foi convidado a se pronunciar. Diversas vezes, a MultiRio se recusou a participar, com a desculpa de não ter o aval da prefeitura.

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Congresso elege nova direção para o PSOL-RJ

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No sábado passado (2 de novembro), aconteceu o Congresso Estadual do PSOL-RJ. O evento contou com a presença de 221 delegados, eleitos em diversos municípios. Os debates foram acalorados, girando em torno da análise da conjuntura aberta com as mobilizações de junho, dos novos desafios do PSOL e da organização do partido.

O evento indicou a delegação fluminense para o Congresso Nacional da legenda, que será realizado nos dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro. Ao final, foram formadas três chapas para o Diretório Estadual. A mais votada, que contou com a participação do vereador Renato Cinco, obteve 172 votos, apontando o presidente da agremiação, o cientista social Rogério Alimandro.

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Dia pela legalização da maconha e combate ao câncer

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Em geral, o tratamento para pacientes com câncer é muito agressivo ao organismo humano, causando muitos efeitos colaterais. A quimioterapia causa fortes dores, enjoos, náuseas e perda de apetite. Nenhum remédio receitado legalmente no país vem obtendo um efeito satisfatório no alívio destes sintomas.

Por outro lado, estudos científicos internacionais apontam para a eficiência do uso medicinal da maconha em muitos casos de câncer, minimizando as dores e as indisposições geradas pelo tratamento e estimulando a alimentação do paciente.

A maconha já é regulamentada para fins terapêuticos em vários países, incluindo Uruguai, Israel, Canadá, República Checa e Estados Unidos. Além do câncer, médicos receitam a planta para o tratamento de diversas doenças, como glaucoma, esclerose múltipla e AIDS.

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